Trilha Agile

Em busca da batida perfeita: agilidade em todos os lugares

Agilidade deixou de ser uma opção, e seus princípios, valores e práticas passam a fazer parte do nosso dia a dia. Entregas curtas, feedback do cliente, colaboração e foco nas entregas, qualidade desde sempre, todos são pontos necessários. Todas equipes querem trabalhar de forma unida criando uma cultura de aprendizado e de melhoria contínua usando técnicas que possam trabalhar mais colaboração e efetividade no trabalho realizado do dia a dia. A inovação passou a ser uma necessidade e neste sentido as equipes passam a se interessar mais por assuntos como modelos de negócio, marketing, e entrega de valor, sem descuidar e dar a atenção necessária as técnicas de engenharia de software que garantam a qualidade do produto sendo construído.

Horário Palestra
08:00 às 09:00 Credenciamento e recepção dos participantes com café da manhã simples
09:00 às 10:00 Abertura
10:10 às 11:00 Práticas Ágeis em Equipes 10 anos depois do GUMA-RS. Como fica?
Práticas Ágeis em Equipes 10 anos depois do GUMA-RS. Como fica?
Luiz Claudio Parzianello / Guilherme Lacerda / Paulo Caroli / Daniel Wildt
A comunidade Ágil do Rio Grande do Sul está chegando aos seus 10 anos. Vamos conversar sobre os avanços, sobre o que aconteceu e o que vai acontecer?

Luiz Claudio Parzianello / Guilherme Lacerda / Paulo Caroli / Daniel Wildt
11:10 às 12:00 Agile é uma Droga!
Agile é uma Droga!
Eduardo Arruda / Eduardo Peres
Em formato de painel de debate, a sessão se propõe a refletir acerca de 3 pontos relacionados à adoção de processos ágeis na condução de projetos de software: escalabilidade, previsibilidade e estoque. No que se refere à escalabilidade, a ideia é avaliar quais fatores de risco existem na utilização dos métodos ágeis em projetos com alta complexidade ou que envolvam equipes de grande porte e como mitigá-los. Quanto à previsibilidade, pretende-se avaliar quais as principais medidas a serem adotadas para que processos ágeis estejam alinhados a demandas de entrega em que há pouca ou nenhuma flexibilidade na negociação dos prazos de entrega. Já a questão do estoque pretende discutir a propriedade ou não da produção de estoque (de conhecimento, de arquitetura, de especificações, enfim) em ambientes e projetos que adotam métodos ágeis, em especial quando envolve a concepção de um produto de alta complexidade.

Eduardo Arruda / Eduardo Peres
12:00 às 13:00 Intervalo para almoço*
13:10 às 14:00 (15min) Então, precisamos mesmo de QA em projetos Ágeis?
(15min) Então, precisamos mesmo de QA em projetos Ágeis?
Andreia Matos dos Santos / Igor de Borborema Correia
Muitas vezes, em projetos ágeis de desenvolvimento, se questiona o papel e a necessidade de atividades de garantia da qualidade (QA) na equipe de projeto. Muitos são os defensores de que testes automatizados, realizados pelos desenvolvedores, são suficientes para garantir a qualidade e que QA e/ou testers apenas escrevem casos de teste para encontrar bug. O fato é que a qualidade de um produto não deve ser julgada apenas pelo número de testes escritos ou o número de bugs encontrados. A organização e o time devem ser convencidos de que o papel de QA não é apenas escrever tantos testes quanto possível, ou encontrar o maior número de bugs possível, mas sim, ajudar a empresa e o projeto a construir seus produtos de software com a qualidade esperada por seus clientes. Esta apresentação tem como principal objetivo mostrar que a garantia de qualidade em projeto ágeis, quando vai além das atividades de teste, contribui e muito com a qualidade do produto a ser entregue e atua como facilitador do processo de desenvolvimento. Para isso, serão apresentadas boas práticas utilizadas em projetos, onde QA interligado ao time de desenvolvimento e colaborando entre si, puderam construir produtos de qualidade sem impacto nos prazos.

Andreia Matos dos Santos / Igor de Borborema Correia
(15min) Todo Super-herói tem suas fraquezas. Saiba como o Super-Agile foi derrotado
(15min) Todo Super-herói tem suas fraquezas. Saiba como o Super-Agile foi derrotado
Mauricio Andreazza
O sucesso está intimamente ligado ao fracasso, John Maxwell diz que ?A diferença entre pessoas comuns e pessoas bem-sucedidas é a percepção e resposta ao fracasso.? Assim, como quase todos grandes super-heróis possuem algumas fraquezas que podem derrota-los, ou mesmo os levar a morte, Superman é a criptonita, o Homem pássaro é a falta de sol e , com o Super-Agile, isso não é diferente. Então, embarque conosco nesta aventura onde nosso super-herói foi terrivelmente aniquilado, apesar de muita luta pela sua sobrevivência. Saiba os motivos que o levaram a derrota e como obter as reais respostas ao fracasso.

Mauricio Andreazza
(15min) Estamos eliminando os desperdícios corretos em nossos produtos?
(15min) Estamos eliminando os desperdícios corretos em nossos produtos?
Eduardo Bobsin Machado
No uso do Lean para o desenvolvimento de software, geralmente usamos uma adaptação das idéias da manufatura. Mas será que estamos fazendo a analogia correta? Muitas vezes fazemos as analogias erradas. E esse pode ser um caso onde estamos com as lentes inadequadas. Os sete desperdícios clássicos da manufatura (Transporte, Estoque, Movimentação, Espera, Processamento excessivo, Produção excessiva, Defeitos) fazem muito sentido em certos contextos, mas no desenvolvimento de software eles não parecem tão naturais, mesmo tendo sido adaptados pelos Poppendieck. O Lean não nos oferece somente o Processo de Produção, mas também o Processo de Desenvolvimento de Produto. O trabalho do engenheiro e pesquisador Allen Ward enumera os desperdícios do ponto de vista do trabalho do conhecimento. Através dos desperdícios, serão mostrados exemplos de como podemos ter um ambiente organizacional mais propício para a criação de produtos.

Eduardo Bobsin Machado
14:10 às 15:00
(25min) Bad Smells (mal cheiros) em Bancos de Dados (Stadium)
(25min) Bad Smells (mal cheiros) em Bancos de Dados (Stadium)
Fabrízio de Royes Mello
Você já cheirou seu banco de dados? Sabia que ele pode estar exalando odores horríveis? Coisas como colunas e tabelas com mais de um propósito, dados redundantes, tabelas com muitas colunas, falta de restrições e medo de mudança deixam seu banco de dados com mal cheiros (bad smells). Nessa apresentação iremos fazer um passeio sobre alguns bad smells conhecidos em bancos de dados, boas práticas de construção de estruturas de bancos de dados, refatoração, testes de unidade e muito mais. Não perca, vamos aprender algumas formas de fazer uma bela "faxina" no seu banco de dados.

Fabrízio de Royes Mello
(25min) Liquibase - Uma ferramenta para versionamento e gestão de alterações de banco de dados (Stadium)
(25min) Liquibase - Uma ferramenta para versionamento e gestão de alterações de banco de dados (Stadium)
Eleonor Vinicius Dudel Mayer
Demonstraremos como a ferramenta open source LiquiBase pode ser utilizada para versionamento e automação do processo de gestão de alterações de banco de dados. É comum encontrar ambientes de trabalho/equipes que tratam o banco de dados como uma entidade completamente separada do sistema. Isso pode acontecer em função da estrutura organizacional instaurada, que separa as equipes de banco de dados das equipes de desenvolvimento de sistemas, ou mesmo simplesmente porque as equipes estão acostumadas a fazer dessa maneira. De qualquer forma, separar as coisas nos leva a algumas práticas ineficientes, como por exemplo a aplicação manual de alteração de banco de dados e, por vezes, o não compartilhamento das alterações de banco de dados com a(s) equipe(s). Existe, portanto, o risco de gerar inconsistencias na aplicação de alteração do banco de dados. Além disso, aplicar manualmente as alterações no banco de dados pode tornar difícil a operação de desfazer o que já foi feito e inviabilizar a analise do histórico de alterações do banco de dados ao longo do tempo. Consideramos estas práticas, manuais, insustentáveis para a gestão de alterações de banco de dados. E nós podemos evitar esses problemas fazendo uso de um processo consistente e repetível para aplicar as alterações no banco de dados e dados. Para tanto, veremos como usar a ferramenta LiquiBase para a gestão das alterações do banco de dados, executando as alterações de banco de dados automaticamente atraves do LiquiBase - seguindo práticas para aplicar consistentemente as alterações de banco de dados. O LiquiBase suporta vários bancos de dados, permite a visualização do histórico de mudanças aplicadas ao banco de dados e é capaz de identificar as mudanças realizadas manualmente no banco de dados. É possível executar scripts SQL personalizados e são disponibilizados utilitários para reverter as alterações banco de dados.

Eleonor Vinicius Dudel Mayer
15:00 às 15:30 Coffee-break & networking
15:40 às 16:30 Os 7 equívocos gerenciais na busca pela agilidade (Stadium)
Os 7 equívocos gerenciais na busca pela agilidade (Stadium)
Alejandro Olchik
A palestra fará uma revisão dos equívocos que são geralmente cometidos na gestão das organizações e apresentará algumas abordagens que apoiam gerentes e times na busca por um modelo de gestão mais ágil. Os equívocos gerenciais são baseados em princípios do Pensamento Complexo e na visão de pensadores e consultores em gestão, que há décadas reforçam o efeito negativo de várias das práticas que ainda fazem parte da rotina da maior parte das organizações. Serão tratados aspectos decorrentes do uso de metáforas inadequadas para representar a estrutura organizacional, assim como o efeito dos diferentes modelos motivacionais, o impacto da distribuição do controle assim como a inaptidão em lidar com incerteza. Após a discussão dos equívocos serão apresentadas abordagens como Management 3.0, Radical Management e Beyond Budgeting, que podem servir de inspiração para gestores face a esses desafios.

Alejandro Olchik
16:40 às 17:30 (15min) Tell me what you want...
(15min) Tell me what you want...
Juliano Ribeiro
...what you really, really want. E essa foi a grande contribuição das Spice Girls para a engenharia de software e mais recentemente para o mundo ágil. Podemos afirmar que o movimento ágil tenta diminuir o espaço de tempo entre a concepção da idéia e sua entrega ao cliente, onde a mesma se valida, mas chegamos no ponto ideal? Continuamos tendo dificuldades em assimilar as reais necessidades dos nossos clientes, ou mesmo em entender o que se espera de uma determinada história de usuário ou qualquer que seja o método para coleta de requisitos usado em seus projetos. Eu vos convido a conversar sobre como coletar requisitos de maneira eficiente, comentando sobre os princípais métodos disponíveis na bibliografia atual e incluindo os meus próprios insights.

Juliano Ribeiro
(15min) Agile e Design Thinking: Fazendo o certo da melhor forma
(15min) Agile e Design Thinking: Fazendo o certo da melhor forma
Felipe Plets / Matias Schertel
Em um momento em que as metodologias ágeis já estão amplamente difundidas na comunidade e resolvendo os problemas aos quais se propunham solucionar (gerar valor mais cedo para o usuário; permitir a adaptação dos processos com rapidez e facilidade; e entregar maior qualidade através de inspeção constante), novos desafios surgem da necessidade de entender melhor os problemas a serem resolvidos. Design Thinking é uma abordagem criativa e centrada no usuário voltada a encontrar soluções inovadoras para mitigar esta questão. A palestra consiste em apresentar o Design Thinking e relacioná-lo aos métodos ágeis, mostrar o poder e os benefícios de unir estas duas abordagens na execução de projetos e de incorporá-las no dia-a-dia das organizações. Mostraremos alguns exemplos de ferramentas que podem ajudar na adoção e na prática de ambas as abordagens. Culminaremos com a apresentação de casos em que as duas abordagens foram utilizadas em conjunto. Encerraremos a palestra provendo conteúdo que vai ajudar o participante a buscar continuamente por conhecimentos sobre os assuntos abordados.

Felipe Plets / Matias Schertel
(15min) Qualidade em um MVP (minimum viable product)? Devemos investir nisso?
(15min) Qualidade em um MVP (minimum viable product)? Devemos investir nisso?
Marcio Roberto Acorci
Muitos dos novos empreendedores estão se abraçando no novo "boom" do empreendedorismos e se tornandos Startups. É tem se tornado muito comum nos depararmos com noticias de insucesso em Startups. Mas o que pouco sabemos é que ninguém compra algo que não quer ou que não funcione. Isto é obvio, não? As vezes não enxergamos o óbvio, e a qualidade de um MVP está atrelada ao sucesso de sua Startup. Como vamos conseguir medir um produto que não funciona? Ou como vamos saber se estamos entregando nossa propostas de valor se não efetuamos os testes necessários para garantir sua funcionalidade. Este é o tema central da palestra. O quanto devemos investir em qualidade a fim de evitar desperdicio e garantir um produto de qualidade em nosso MVP?

Marcio Roberto Acorci
17:40 às 18:30 Painel sobre Inovação
Painel sobre Inovação
Fabio Velloso / Daniel Wildt / Rafael Helm
Para fechar o dia e abrir a cabeça: 3 lightning talks sobre inovação e um bate papo no formato de fishbowl.

Fabio Velloso / Daniel Wildt / Rafael Helm
18:40 às 19:00 Encerramento e sorteios

* Todos os participantes receberão um sanduíche na hora do almoço

Obs.: Grade sujeita a alteração

Daniel Wildt

Daniel Wildt


Profissional com +20 anos de experiência. Um pioneiro em Metodologias Ágeis, atuando com o assunto desde 2003. Compartilha conhecimento no youtube.com/danielwildt. Atua como CTO na Zenvia, conselheiro na uMov.me e Professor no UniRitter. Desde 2011, mentor/facilitador na Wildtech, apoiando pessoas na sua busca por excelência.



Rafael Helm

Rafael Helm


Sócio da Wildtech onde atua como Agile Coach, Instrutor e Consultor. Experiência de Agile Coach em projetos de larga escala em organizações do governo federal via SERPRO. Instrutor Agile na Wildtech, tendo a oportunidade de treinar empresas e equipes de diferentes localidades do Brasil, incluindo organizações de larga escala como Procergs, Serpro, Totvs, entre outras empresas. Palestrante em eventos importantes como Agile Brazil, The Developers Conference, FISL, entre outros. Autor do ebook Histórias de Usuário - Por que e como escrever requisitos de forma ágil?, que atingiu a marca de 4.000 downloads em menos de um ano (http://wildtech.com.br/historias-de-usuario).


Rafael Helm

Rafael Helm


Sócio da Wildtech onde atua como Agile Coach, Instrutor e Consultor. Experiência de Agile Coach em projetos de larga escala em organizações do governo federal via SERPRO. Instrutor Agile na Wildtech, tendo a oportunidade de treinar empresas e equipes de diferentes localidades do Brasil, incluindo organizações de larga escala como Procergs, Serpro, Totvs, entre outras empresas. Palestrante em eventos importantes como Agile Brazil, The Developers Conference, FISL, entre outros. Autor do ebook Histórias de Usuário - Por que e como escrever requisitos de forma ágil?, que atingiu a marca de 4.000 downloads em menos de um ano (http://wildtech.com.br/historias-de-usuario).


Paulo Caroli

Paulo Caroli


Paulo Caroli é M.S. em Engenharia de Software pela PUC-Rio. Agile Coach e Delivery Manager da Thoughtworks Brazil. Possui 2 décadas de experiência em desenvolvimento de software com passagem em várias corporações no Brasil, India e EUA. Desde 2000 tem focado sua experiência em processos e práticas de Gestão e Desenvolvimento Ágil usando XP, Scrum, Kanban e outros. É sempre palestrante convidado em vários eventos grandes no Brasil e no exterior e também autor de livros e artigos. Foi o idealizador, um dos criadores e palestrante desde 2009 do Agile Brazil. Paulo escreve sobre tal assunto em seu blog e em 2014 publicou um livro com mesmo nome do workshop: https://leanpub.com/diretoaoponto.


Mauricio Andreazza

Mauricio Andreazza


Mauricio é um entusiasta dos metodos ágeis desde que conheceu ela em 2009 e vem usando e aperfeiçoando seu conhecimento e praticas do XP tais como TDD, codigo coletivo, integração continua, feedback como as envolvidas mais em processos aonde envolvem o Scrum, Lean. É formado em Sistemas de Informação pela Uniritter e atualmente cursa uma especialização em Métodos Ágeis também pela Uniritter. Atualmente atua com Agile Coach e Diretor de Projetos na CanoasTec.


Luiz Claudio Parzianello

Luiz Claudio Parzianello


Engenheiro Eletricista pela PUCRS e Mestre em Sistemas Eletrônicos pela USP. Possui mais de 25 anos de experiência em informática, atuando no Brasil e no exterior para grandes organizações interessadas no aperfeiçoamento de suas equipes e implantação de programas de melhoria de processos de software. Coach e Trainer nas áreas de gestão organizacional e metodologias ágeis, é especialista em temas como Engenharia de Requisitos, Lean Development, Scrum e Extreme Programming. É pioneiro na utilização de técnicas de Programação Neurolinguistica (PNL) nos mais diferentes aspectos do desenvolvimento de software e participante ativo de eventos nacionais e internacionais de metodologias ágeis. É sócio-fundador da empresa Surya Gestão Digital e vice-Coordenador do Grupo de Usuários de Métodos Ágeis da SUCESU-RS.


Marcio Roberto Acorci

Marcio Roberto Acorci


Atualmente atuo como Líder de time na CWI Software tenho usado a técnica de Gamification como forma de manter o time altamente motivado e engajado na busca pela entrega de software com qualidade. Trabalho com métodos ágeis a 5 anos e sou co-fundador da Startup Mecasei.com. Tenho buscado através das práticas de Lean Startup obter sucesso em meus projetos.


Daniel Wildt

Daniel Wildt


Profissional com +20 anos de experiência. Um pioneiro em Metodologias Ágeis, atuando com o assunto desde 2003. Compartilha conhecimento no youtube.com/danielwildt. Atua como CTO na Zenvia, conselheiro na uMov.me e Professor no UniRitter. Desde 2011, mentor/facilitador na Wildtech, apoiando pessoas na sua busca por excelência.



Eduardo Bobsin Machado

Eduardo Bobsin Machado


Arquiteto de soluções e agilista. Professor de pós-graduação na Uniritter. Entusiasta de Lean, Kanban e escalabilidade de sistemas. Nas horas vagas, aproveita o tempo para ler e aprender alguma coisa nova. Atualmente é arquiteto de soluções para projetos da América Latina na AGCO.



Igor de Borborema Correia

Igor de Borborema Correia


Graduado em Engenharia de Telecom pelo Instituto de Ensino Superior Fucapi em Manaus, especialista em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas - Campinas/ SP. Já atuou em diversos projetos Mobile em grandes empresas como Nokia, Siemens e Nortel. Atualmente trabalha no Instituto Nokia de Tecnologia como responsável pela qualidade de diversos aplicativos móveis para plataformas Nokia e Microsoft, como por exemplo o produto MobileDeck. Realiza publicações de artigos e participa de eventos como palestrante, onde compartilha experiências em assuntos como testes ágeis, qualidade de software e desenvolvimento de software para dispositivos móveis.


Alejandro Olchik

Alejandro Olchik


Sócio-diretor da ionatec. Participa de projetos ágeis desde 2002. Atuou como diretor de desenvolvimento e operações de três empresas que adotaram abordagens ágeis de trabalho. Possui vivência prática em diversos contextos que vão do software embarcado até operações web. Como consultor já capacitou mais de 1.000 pessoas em temas relacionados a metodologias ágeis.


Guilherme Lacerda

Guilherme Lacerda


Trabalha com Métodos Ágeis desde 2001, sendo um dos pioneiros no Brasil. Vem liderando a transformação ágil em várias empresas, de startups a grandes corporações, com a participação de dezenas de equipes e centenas de pessoas. Consultor associado na Wildtech, é Mestre e Doutorando em Ciência da Computação (UFRGS), com estudos na área de Métodos Ágeis, Engenharia de Software e Gestão de Projetos e Produtos. Professor Universitário de Graduação da UniRitter e de Pós-Graduação na UniRitter, Unisinos e UFRGS.



Eduardo Arruda

Eduardo Arruda


Diretor de Operações na uMov.me S.A.. Professor da Faculdade de Informática da PUC-RS desde 1994. Possui graduação e mestrado em Ciência da Computação pela UFRGS. É Vice-Presidente de Comunicação e Marketing da ASSESPRO-RS, Presidente do Conselho Deliberativo da SUCESU-RS e Diretor de Relações com o Mercado do SEPRORGS. Possui mais de 20 anos de experiência em TIC, tendo atuado durante 13 como CIO de grande empresa. Atualmente dedica-se ao estudo e implementação de estratégias de empreendedorismo inovador focado na concepção de modelos de negócio escaláveis.


Eleonor Vinicius Dudel Mayer

Eleonor Vinicius Dudel Mayer


Eleonor Vinicius é analista de sistema e líder de projetos de Tecnologia da Informação. Atua também como professor de cursos técnicos e tecnológicos da área da Tecnologia da Informação. Tem experiência no desenvolvimento e operação de sistemas (web, de integração, dentre outros), bem como na implantação de processos contemporaneos de desenvolvimento e operação de sistemas.


Andreia Matos dos Santos

Andreia Matos dos Santos


Analista de testes no Instituto Nokia de Tecnologia, Mestre com pesquisa em Testes em ambientes Ágeis de Desenvolvimento, uma abordagem na produção de software. Atua com testes a mais de 8 anos, sendo os últimos 4 focados em testes ágeis. Possui certificações como CSTE Software Tester e ISTQB - CTAL TM e CTFL. Realizou publicações científicas em eventos como o LATW da IEEE, WBMA do Agile Brazil, CBSoft e outros. Participou do Agile Testing Days 2011 em Berlim.


Felipe Plets

Felipe Plets


Felipe Plets é mestrando em Computação Aplicada pela UNISINOS e desenvolve software desde 2000. Poliglota das linguagens de programação, viciado em JavaScript, entusiasta de hardware aberto e com espírito empreendedor, tem uma autêntica mente inquieta. É praticante e coach de metodologias ágeis e design thinking. Co-fundador da menvia.com, uma startup que desenvolve soluções mágicas utilizando UX e IoT.


Eduardo Peres

Eduardo Peres


Eduardo Peres é diretor da DBServer, onde é responsável pela área melhoria de processos de processos de software. Possui graduação e mestrado em Cências da Computação pela UFRGS. Atua como professor da área de gerenciamento de projetos nos cursos de graduação e pós-graduação da Faculdade de Informática da PUC-RS. Com mais de 25 anos de experiência em projetos de software, atualmente dedica-se à integração eficaz das boas práticas de gerenciamento de projetos e engenharia de software utilizando métodos ágeis de desenvolvimento.


Fabio Velloso

Fabio Velloso


Fabio Velloso trabalha com Java desde 1996, e desenvolvendo projetos para instituições financeiras, telecomunicações e de varejo usando a tecnologia Java para o desenvolvimento de aplicações baseadas em Java EE, integração de sistemas legados e segurança. Fundador e diretor da SouJava, Fábio possui vasta experiência como palestrante em conferências brasileiras como JustJava, Café Brasil, Abaporu, universidades e outros eventos JUG. Professor na Universidade Federal de São Carlos, e adota ferramentas de open source como NetBeans, Glassfish e Jersey para ensinar SOA, Web Services e REST. Atualmente desenvolve projetos pessoais com Big Data, Cloud, Design Thinking, Service Design e Economia Criativa.


Juliano Ribeiro

Juliano Ribeiro


O primeiro de seu nome, nascido do interior do interior, transformador de times, evidenciador de zicas, facilitador de soluções, o não-teórico, pai dos Costa e Ribeiro, senhor dos treinamentos, coach dos necessitados, palestrante das multidões, agitador de comunidades e Agile Coach dos Objectivianos



Matias Schertel

Matias Schertel


Estudante de Sistemas de Informação na UNISINOS, Co-fundador da Menvia, uma startup baseada em computação de contexto e atua como desenvolvedor e coach senior de design thinking no SAP Labs Latin America, porém já foi de tudo um pouco,de desenhista técnico a quase formado em química (queria ser um ciêntista maluco). É dessa vasta experiência em vários campos que vem uma forte formação interdisciplinar e paixão por inovação e empreendedorismo e o mais importante o compartilhamento de conhecimento e experiências. Já participou de diversos eventos como FISL (Palestrante), TDC (Palestrante e Workshop de DT), Encontro de Ubiquidade Tecnológica e muitos outros.


Fabrízio de Royes Mello

Fabrízio de Royes Mello


Atualmente, como Especialista de Banco de Dados na Timbira, ajudo pessoas e times a tirar máximo proveito do PostgreSQL. Realizo trabalhos voluntários para Comunidade Brasileira de PostgreSQL (listas discussão, organização de eventos e administração). Também ajudo o PostgreSQL Global Development Group (PGDG) na implementação de algumas funcionalidades e revisão de patches (git.postgresql.org).




Público Alvo

Pessoas interessadas em Qualidade de Software, Melhoria Contínua, Gestão de Projetos e Equipes, Cultura Organizacional, Desenvolvedores de Software e Empreendedores


Atenção

Não haverá devolução do valor pago após realização da inscrição.



Fotos do Dia

Confira abaixo, as fotos que foram registradas no dia desta trilha.

Picasa | Link Direto

Página com todos os Álbuns


Data e Local

Sábado, 26 de Outubro de 2013

Das 8h00 às 19h00

UniRitter - Campus Porto Alegre

Rua Orfanotrófio, 555
Alto Teresópolis, Porto Alegre - RS

Mais informações


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